quarta-feira, 5 de junho de 2013

Do que se espera.

A suspensão do tempo na cova
Verdade entranhada na tua carne,
eras escorrendo na tua costa
A Parságada parte do teu ventre,
rescaldos de vida soprados no teu cangote
A zoada do trânsito perturbando vizinhos,
no teu galope selvagem, cego, a esmo 
seguimos ignorando imprudências
Músculos vacilando inconscientes,
tuas íris dilatando-se sobre o espaço,
realidade estraçalhada no ranger de dentes...

Meu coração relapso é teu.

2 comentários:

alguém disse...

Passo meses sem checar se tem algo novo por aqui, na esperança de ter muita coisa. Podia. rs

Anônimo disse...

por mais certo que seja, a saudade é muita. e ela dói.

. (ainda)